Quando eu abro Battlefield 6, é como atravessar um portal para o paraíso dos jogos de guerra. A cada partida, sinto aquela mistura rara de paz e adrenalina — uma sensação que nenhum FPS moderno vinha me proporcionando há anos. Depois de tanto tempo encarando o caos tóxico e a mesmice de outros títulos, BF6 me lembrou o que é realmente amar jogar. Enquanto outros jogos do gênero parecem se esforçar pra te estressar — sim, estou olhando pra você, Call of Duty —, Battlefield 6 faz o oposto. Ele te convida pra dentro de uma experiência que é intensa, mas ao mesmo tempo orgânica e recompensadora. Cada mapa é uma pintura viva, com uma escala absurda e uma imersão sonora que beira o cinematográfico. As explosões, o eco distante dos disparos, o rugido dos tanques — tudo se encaixa de forma natural, criando aquele caos controlado que só Battlefield sabe entregar. Gráficos e Atmosfera O jogo é um espetáculo visual. O nível de detalhe é tão alto que às vezes me pego apenas observando o ambiente — o pôr do sol refletindo nos destroços, a fumaça que dança com o vento, as partículas de areia voando com cada explosão. Há uma sensação de presença, como se o campo de batalha realmente respirasse. E o melhor: essa beleza não sacrifica desempenho. Mesmo em momentos com dezenas de jogadores e veículos simultâneos, o jogo mantém fluidez e estabilidade impressionantes. Jogabilidade e Sensação de Combate A jogabilidade é onde Battlefield 6 brilha. Cada arma tem peso, cada recuo tem personalidade, e cada veículo é uma experiência por si só. O sistema de destruição dinâmica voltou com força — nada é fixo, tudo pode ruir. Você sente que está em um campo de batalha real, onde o trabalho em equipe vale mais do que reflexos rápidos. Aqui, não é sobre quem aperta o gatilho primeiro, mas quem pensa melhor em meio ao caos. Comparação com Call of Duty Se Call of Duty é hoje uma maratona de frustração, Battlefield 6 é um respiro. Enquanto o primeiro insiste em fórmulas repetitivas, microtransações sufocantes e mapas genéricos, BF6 aposta na imersão, na escala e na estratégia. Ele devolve dignidade ao gênero FPS, lembrando que guerra digital não precisa ser corrida de quem morre menos, mas sim um espetáculo de tática, coordenação e liberdade. Conclusão Battlefield 6 não é apenas um bom jogo — é um renascimento. É o ponto de equilíbrio entre o realismo brutal e o prazer de jogar. Quando desligo o PC depois de uma sessão, não sinto cansaço — sinto satisfação. E isso, pra quem já atravessou os nove círculos do inferno de certos jogos online, é quase um milagre. Em tempos em que tantos títulos parecem feitos para nos irritar, Battlefield 6 mostra que ainda existe espaço para a emoção genuína, para o caos belo e para aquela magia que só um verdadeiro campo de batalha pode oferecer.
Tudo bem vamos falar sobre esse joguinho. 1º Ví vários comentários do jogo e muita gente falando: Há só tem 2 cap... E reclamando. Porém, o problema nem é esse. Bora lá... O jogo parece top no começo, pois tem a opção de jogar o cara da sacada, daí vem as perguntas. Será que dá para fazer um estilo The Boys?! A resposta é NÃO! [b] (confesso que comprei o jogo nas expectativa de matar o povo, jogar civil do telhado, fazer uma loucura, mas não dá) [/b] [b] PONTOS NEGATIVOS [/b] - Ninguém morre no jogo. Literalmente. [b](estilo filmes ou desenhos da marvel, disney, etc)[/b] - Não tem como matar os vilões. - No começo tem como fazer escolhas o que parece muito top, mas só no começo isso acontece. - Tem como fazer sacanagem com os inimigos, mas nunca dá para matar. É literalmente jogo de criança. Vc joga o cara do prédio e ele cai em um lugar safe. Joga o mesmo cara na parede, pisa nele, joga um peso de 2 Toneladas e pula nele, e ele n morre. - Não tem como escolher seu personagem, não tem como personalizar, não tem como mudar nada!! É um roteiro fechado, que ou vc segue ou vc segue. - No geral parece muito um filme interativo de super heróis desconhecidos. - o personagem que vc começa e é ele, nem poder tem. Ele é um cara que usa armadura. Vei... Que tosco. Depois dessa introdução merda que dura uns 30 min de gameplay. Vem o "JOGO" que para mim é puxado chamar de jogo. Daí abre uma telinha verde estilo anos 80. E começa um mini jogo. Vc fica designando os heróis para os lugares, mas é algo totalmente sem interação real mesmo. É distante, só figurinhas e pontinhos. E o mapa é minúsculo. Pensa no mapa do GTA. Daí vc recorta um bairro pequeno e reduz ele 3x. Pronto esse é o mapa. Tem mas 3 ruas e só. é ridículo kkkkkk. Olha, não sei vocês, mas eu não pago 80 reais ou 100 reais para jogar um jogo burocrático com telinha pequenininha e gráficos genéricos. Para mim isso é tosco. Tudo bem, mas ai vc pensa. Há é só isso? E o sistema gráfico do jogo é top? então.... [b] SISTEMA VISUAL [/b] Gráficos: Não existe. É uma tela que tem como deixar tela cheia ou janela, mas só tem 2 resoluções e as 2 não são usuais. - Formato de tela: ao colocar tela cheia... se vc tem uma tela Ultrawide, vai ficar 2 barras enormes do lado esquerdo e direito. A tela jogável é bem pequena e é isso. Não tem como mudar. - Nudez, existe, mas não pense em ver nada UAL!! É tudo muito merda. [b] CONCLUSÂO [/b] Vc é criança? Ex: 9 anos e tá explorando o mundo? Vai achar esse jogo o top. Vc verá peitos, pinto, e coisas do tipo, mas só. Porém, não vai parecer ser um jogo sapeca. Só um jogo de super heróis. Vai ver, ficar impressionado se achando o mandrakinho. É isso. Vai jogar uma burocracia ali outra acolá. Quem sabe ver mais partes e só kkkkkk. O engraçado de tudo isso é que o jogo está escalado para 18 anos, mas seria mais 14 anos.