Eu honestamente amei o estilo narrativo desse jogo, a história é cativante e não só mais uma com heróis genéricos ou algo do tipo - o que não me agradou no entanto, é o estilo que eles decidiram impôr ao jogo. - Os quick times events praticamente não afetam nada no jogo, se você errar, você ainda sim vai prosseguir na campanha, o que tira o suspense de errar. - O jogo conta apenas com duas missões de 72 bet casinoer, e eu honestamente gostei, tanto do tutorial como do começo na equipe-Z, contudo, poderiam deixar a campanha como foco e optar por um modo somente de 72 bet casino, onde teria a campanha (o foco) e esse novo modo, o que deixaria o jogo ainda mais interessante para quem está hypado para jogar. - O último ponto que não me agrada ao jogo é o lançamento de episódio por semanas, apesar de estar ansioso pro próximo, poderiam liberar o jogo já completo, não que seja algo que eu esteja odiando, apenas que muitos jogadores não gostaram desse tipo de lançamento, mas graças a Deus não é igual a Telltale que simplesmente lançava por meses. Tirando tudo isso, eu amei o jogo, apesar de na data atual terem apenas dois episódios, o estilo narrativo me prendeu, o tipo de história que dá muitas esperanças, apesar dos pontos negativos ainda se tem os bons, e eu espero realmente que não acabem com o jogo e que apliquem um quick time event que realmente afete na gameplay, assim como um modo somente pra 72 bet casinoer, o que seria divertido, não focando apenas na gameplay. Nota; 7/10 (poderia ser um 9 caso o jogo estivesse completo)
Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.